18 Junho – Dia do Orgulho Autista

Nutricionista Jaqueline

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Existe um forte componente psicológico e comportamental na dependência por um determinado alimento.

Algumas pessoas criam uma predileçào por determinados alimentos e passam a depender deles para funcionar direito ou não conseguem controlar a quantidade ingerida. Alimentos como chocolate, café e gordura, causam um tipo de dependência semelhante à drogas.

O carboidrato presente no chocolate aumenta a disponibilidade no cérebro do triptofano, que se transforma em serotonina, o neurotransmissor responsável pelo bem estar. Ele também contém anandamida, outro componente que induz a sensação de calma e bem estar. Quanto ao café, a cafeína bloqueia a ação da adenosina, substância calmante produzida pelo cérebro e aumenta os níveis de dopamina e noradrenalina, responsáveis pelo bem-estar. Quando se suprime o café, a pessoa sente-se com pouca energia. O café também é vasoconstritor, o que ajuda a aliviar a dor de cabeça provocada pela dilatação dos vasos cranianos. Os carboidratos refinados como pães, massas e biscoitos feitos com farinha refinada, são capazes de mudar a química cerebral, aumentando os níveis de serotonina. O açúcar, quanto mais ingerimos, mais insulina precisamos fabricar para metabolizá-lo. Quando os níveis de insulina estão muito altos, o cérebro não fica sabendo quanta energia há estocada e manda sinais para o corpo ingerir mais alimentos ou seja, quanto mais doces comemos, mais temos vontade de comer.

Como escapar do vício:

  • Aprenda a identificar os alimentos que te causam compulsão. (café, chocolate, gordura, sal, refrigerante) e preste atenção no tanto que está ingerindo, tentando diminuir um pouquinho por dia
  • Sempre que sentir um desejo por determinado alimento, preste atenção em como você está se sentindo: deprimido, aborrecido, ansioso. Busque uma solução mental que não seja o alimento
  • Distraia-se. Quando sentir vontade de comer o alimento, tente fazer alguma atividade que mude o seu foco
  • Evite a “fome oculta”. Garanta que está consumindo a quantidade certa de vitaminas e minerais importantes para a mediação dos neurotransmissores. Complexo B (cereais integrais); vitamina C (laranja, manga, limão), triptofano e tirosina (banana); magnésio (folhas verde-escuro) e selênio (castanha do Brasil, avelãs).
  • Existem alguns fitoterápicos poderão te ajudar a controlar essa compulsão
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Dra.Jaqueline Araujo
CRN4 11101020
Atendimento em consultório e domiciliar
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Barra da Tijuca – RJ
Tel: (21)3153-7561 / (21)8031-9993
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Uma ligeira mudança de hábitos seria o bastante para proteger contra doenças como diabetes do tipo 2, doenças cardiovasculares além de ajudar no controle da preesão arterial, dos níveis de colesterol e na manutenção do peso ideal.

O ideal é que se consuma mais de 25g de fibras por dia.
Existem duas classes de fibras. As solúveis que retardam o esvaziamento gástrico, diminuindo a ação de enzimas envolvidas na digestão de gorduras, carboidratos e proteínas e as insolúveis, que são responsáveis pela limpeza do sistema gastrointestinal. O ideal é consumir numa proporção diária de 70% de fibras insolúveis e 30% de fibras solúveis.
3 a 5 porções de hortaliças (couve, brócolis, cenoura crua, repolho, batata-doce, quiabo); 2 porções de leguminosas (feijão, soja, ervilha); 3 a 4 frutas (maçã, pera, laranja, mamão, goiaba, banana, abacate).
As fibras promovem uma absorção mais lenta dos nutrientes promovendo a sensação de saciedade. A dieta deve ser balanceada pois o excesso de fibras pode interferir na absorção das vitaminas lipossolúveis (A, D, E e K).
As frutas com casca como a maçã e pera, contém pectina, fibra que auxilia no controle da glicemia e do colesterol. Ao contrário do que muitos pensam, a maçã ajuda a regular o bolo fecal para as pessoas que tem problemas de constipação, mas se a pessoa tem diarréia, deve comer apenas o miolo e desprezar a casca, pois é o miolo que diminui a velocidade do trânsito intestinal.
As fibras tem papel protetivo contra doenças cardíacas e síndrome metabólica, relacionada ao aumento da pressão arterial, níveis de insulina e peso; triglicerídeos e baixos níveis de HDL (bom colesterol). Todos esses fatores levam a diabetes e cardiopatias. As fibras apresenta outras propriedades benéficas como a diminuição em 40% do risco de diverticulite e previne a constipação (prisão de ventre). Porém não se esqueça que quanto maior for o consumo de fibras, maior deverá ser a ingestão de água.

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Dra.Jaqueline Araujo

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Cassiolamina é um produto natural alternativo ao Xenical para tratar a obesidade.

É o extrato da planta Cassia nomame. Apresenta ação inibidora da digestão de gorduras (inibe a enzima lipase), reduzindo assim, a sua absorção e auxiliando nos regimes de emagrecimento.

A perda de peso acontece quando o indivíduo queima mais calorias do que ingere, por isso é importante alimentar-se bem com alimentos de baixas calorias e exercitar-se. É importante focar na perda de gordura ao invés da perda de peso pois não é interessante se perder massa muscular.

Não tome este medicamento por conta própria. Procure a orientação de um nutricionista que saberá traçar um plano nutricional e as fórmulas adequadas para perder gordura e não perder a saúde.

Dra.Jaqueline Araujo

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Glucomannam auxilia na perda da barriga.

Fibra dietética que possui alta capacidade de absorção de água e formação de uma massa gelificada compacta no trato gastrointestinal, resultando em plenitude gástrica reconhecida pelo hipotálamo. Além disso, reduz a atuação de enzimas digestivas responsáveis pela degradação de ácidos graxos e carboidratos, garantindo uma digestão mais lenta do alimento, o que reduz a incidência de hiperglicemia pós-prandial.

 

Procure um nutricionista pois somente ele saberá te orientar e prescrever a fórmula ideal e dieta personalizada para que você atinja seus objetivos com saúde.

 

Dra.Jaqueline Araujo

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Fonte:Pharmacia Essentia

 

Uma dieta apropriada é um dos pontos cardeais na terapia do diabetes

A importância da alimentação é tão importante que os médicos preferem não falar de “dieta”mas de “terapia nutricional médica para o diabetes”(dietoterapia). Quem sofre de diabetes deve se esforçar em respeitar as poucas regras que virão a seguir. Tais recomendações são aquelas indicadas também para a prevenção, para diminuir os riscos de desenvolver o diabetes e muitas outras doenças como aquelas cardiovasculares e algumas formas de tumores.

Diferentemente de quanto muitos acreditam, a alimentação ideal do diabético não é complexa ou restrita. Para a maioria das pessoas, a dieta é simplesmente adaptada a doença. Sabemos que alguns alimentos devem ser consumidos com moderação, porém existe uma ampla gama de alternativas saudáveis que o diabético pode seguir.

Primeiro é importante entender que o Diabetes é uma síndrome que compreeende um grupo de doenças metabólicas caracterizada de um defeito na secreção ou na ação de insulina, a presença de hiperglicemia e ao longo do tempo, o surgimento de complicações crônicas a nível de vários órgãos, em particular os olhos, rins, nervos, coração e vasos sanguineos.

A diebetes é classificada das seguintes formas:

Diabetes Tipo I – distruição das céluas beta do pâncreas com conseqüente defeito absoluto de insulina e ocorre na maioria das vezes em jovens.

Diabetes Tipo II -  é caracteriazado do defeito de secreção de insulina associado a insulino-resistencia e ocorre na maioria das vezes após os 40 anos.

Diabetes Gestacional qualquer forma alterada na tolerância glicídica que surge durante a gestação.

Qualquer forma de diabetes pode haver a necessidade da terapia insulínica em qualquer estagio da doença. O uso de insulina em si não classifica o paciente.

Os objetivos principais da dieta para a terapia do diabetes mellitus são:

  • O controle glicêmico
  • O controle do peso corpóreo
  • O controle da lipidemia
  • A prevenção e o tratamento dos fatores de risco ou complicações ligadas a nutrição

A terapia dietética é muito similar nos 2 tipos de diabetes mesmo que para o diabético do tipo I será colocada maior atenção no aporte dos alimentos e em particular nos carboidratos. Para os diabéticos do tipo II, a dieta será calibrada para reduzir o peso corpóreo a níveis aceitáveis. Uma simples redução ponderal de 10% já melhora o controle metabólico, favorecendo a redução da glicemia, da pressão arterial e melhorando o quadro lipídico. Naturalmente a dieta deverá ter em conta os gostos e preferências individuais, integrando-se nps hábitos dietéticos do diabético e fornecendo uma escolha de alimentos do agrado do paciente.

A quantidade e a qualidade dos carboidratos consumidos a cada refeição, representa um dos aspectos mais importantes da dieta. A quantidade total de carboidratos em um dia deve ser em torno de 50-55% das calorias diárias dando prioridade os de baixo índice glicêmico associados a fibras (neste caso a cota de carboidratos na dieta pode chegar a 60% das calorias totais. A sacarose (açúcar de cozinha), não deve ser absolutamente superar 5% das calorias totais (max 15 gramas). Esta quantidade pode ser superada simplesmente consumindo doces ou alguns produtos confeccionados e que deve ser limitado. O aúcar deve ser substituído por adoçantes sem valor nutritivo (aprovados pela FDA) absolutamente privados de risco para o paciente.

ALIMENTOS QUE DEVEM SER EVITADOS: aúcar, mel, produtos doces refinados e de alto conteúdo glicêmico e pilidico (biscoitos, snack, sorvetes, doces confeccionados, chocolate, frutas em calda, regrigerantes açucarados, carnes gordas, queijos amarelos, frituras, molhos e temperos industrializados, frios e embutidos (salame, salsicha, mortadela, linguça, etc)

ALIMENTOS PERMITIDOS SEM RESTRIÇÃO: alho, baunilha, café e chá sem açúcar, caldo de carne magra (preferivelmente feita em casa), canela, cominho, limão, louro orégano, pimenta e vinagre. As hortaliças podem ser consumidas sem restrições, pois não alteram a glicose no sangue; portanto é uma solução como petiscos entre as refeições.

A água da fervura dos vegetais é rica em sais minerais; procure utilizá-la em sopas.

O diabético não deve utilizar açúcar, mas os adoçantes naturais e artificiais poderão ser utilizados como substitutos.

Se você é celíaco muita atenção com o glúten embutido em diversos produtos!

O Glúten é uma substância usada em muitos setores por ser barata, elástica, com altíssima resistência à temperatura. Algumas dicas de produtos domésticos que podem ter glúten e

passam despercebidas:

Itens de limpeza:

  • Sabão artesanal feito com óleo de fritura
  • Esponja da pia compartilhada para lavar utensílios com resíduos de glúten
  • Panos de prato compartilhados

Itens de higiene:

  • sabonete,
  • shampoo,
  • condicionador,
  • pasta de dente,
  • tinta de
  • cabelo,
  • hidratantes,
  • creme de barbear,
  • gel de cabelo.

Algumas pessoas são sensíveis a álcool de cereais, outras nem tanto, logo pode ter em perfumes e desodorantes.

Itens domésticos outros:

  • ração de peixe,
  • ração de cachorro e gato,
  • shampoo de cachorro,
  • veneno de formiga

Itens cosméticos:

  • pó de arroz,
  • sombra,
  • base,
  • batom,
  • protetor solar.

Itens escolares:

  • cola,
  • massinha de modelar,
  • giz,

Utensílios culinários:

  • colheres de pau,
  • tábua de madeira,
  • cestos de madeira para pães,
  • borracha do liquidificador,
  • sanduicheira compartilhada,
  • forno compartilhado,

Processo de armazenagem:

Compartilhar o mesmo armário, compartilhar os mesmos

espaços na geladeira, compartilhar os mesmos potes de

manteiga, margarina, maionese, requeijão.

Alimentos e bebidas

Apenas estes são obrigados, pela legislação atual, a ter no rótulo

a inscrição NÃO CONTÉM ou CONTÉM Glúten

Medicamentos

É obrigatório constar na bula quando existe glúten na

formulação dos produtos nacionais.

PS: Esse cuidado também deve ser seguido por familiares e cuidadores de pessoas dentro do espectro do autismo

Ingredientes

  • 300 g de abobrinha italiana
  • 2 latas de molho de tomate
  • Orégano
  • Sal
  • ½ xícara de chá de ricota defumada ralada

Preparo: Tire as extremidades das abobrinhas, corte-as em lâminas no sentido do comprimento. Coloque no refratário, uma camada de molho de tomate e orégano, lâminas de abobrinha e orégano, outra camada de molho e orégano, espalhe o queijo cottage, polvilhe a ricota e leve ao forno pré-aquecido, por aproximadamente 30 minutos.

Rendimento: 6 porções

Informações nutricionais por porção:

Calorias: 133 Kcal

Proteínas: 10 g

Carboidratos: 14g

Gorduras: 4 g

Um dos exames que se deve solicitar quando se suspeita de colestase hepatobiliar é a dosagem da gama glutamil transferase ou GGT.

Muito utilizada para avaliar disfunção hepática e alterações na vesícula e metabolismo de sais biliares,  A GGT aumentada permite detectar o envolvimento hepático nas infecções, como citomegalovirose, mononucleose infecciosa, e também nas pancreatites e colecistites agudas.A enzima GGT é necessária para captar a glutationa na sua forma reduzida de fora da célula para dentro da célula, para aumentar a produção deste antioxidante no interior das células. Objetivo principal evitar o estresse oxidativo intracelular, por exemplo em neutrófilos. Para se formar adequadamente glutationa, além dos aminoácidos, precisamos de ácido lipóico e vitamina B3. Logo, em indivíduos com GGT aumentada, isso pode ser sinal de estresse oxidativo, que há grande utilização e degradação de glutationa, mas é preciso saber fazer esta interpretação junto com outros exames. Portanto temos que aumentar dieteticamente os aminoácidos formadores da macromolécula e os micronutrientes formadores das variações da glutationa, peroxidase, redutase e S-transferase.
? Valor de referência:
  • Homem: 10 a 50 U/L
  • Mulher: 7 a 32 U/L

Valores aumentados: ocorrem em hepatites, cirrose hepática, tumores hepáticos e uso de drogas hepatotóxicas. Algumas drogas podem elevar os níveis de GGT incluem fenitoína, fenobarbital, carbamazepina, ácido valpróico (anticonvulsivantes) e anticoncepcionais

Valores diminuídos: algumas drogas podem reduzir os níveis de GGT, como azatioprina, clofibrato, estrógenos e metronidazol.

Instruções para a realização do exame: informar medicamentos em uso.

Gordura visceral, a grande vilã de problemas cardiovasculares

Existem dois tipos de gordura abdominal, a subcutânea que fica sob a pele e a visceral que se esconde entre visceras e é a mais perigosa. E fácil diferemciar uma da outra: se você se deitar e a barriga se esparramar para os lados, é subcutânea, se ficar rígida feito uma bola, é viscera. Ambas devem ser combatidas. Para saber se a gordura abdominal está comprometendo a sua saúde, meça a região que fica entre a última costela e a crista ilíaca. Para as mulheres, se a medida ultrapassar 80 cm e para os homens 94 cm, já há um risco moderado de desenvolver doenças cardiovasculares. Se a medida ultrapassar 88 cm para e 102 cm para os homens, o risco é alto! E preciso realizar mudanças para reduzir a gordura. Alguns alimentos contribuem para a redução da gordura abdominal: frutas cítricas, vegetais crucíferos, cereais integrais, peixe, amêndoas, clara cozida, aveia e cevada.
As células  de gordura estão constantemente se enchendo e esvaziando e ao se esvaziarem, jogam ácidos graxos e glicerol na corrente sanguínea
Conheça os alimentosa que contribuem para a formação da gordura abdominal e tente evitá-los:
  • Alimentos com gordura trans – Faça muito atenção com produtos industrializados. Apesar da campanha eles ainda estão nas prateleiras dos supermercados. Esse é o tipo de ácido graxo que atua diretamente na cintura.
  • Refrigerantes -
  • Um copo contém cerca de 4 colheres de açúcar, isso faz com que a glicemia suba rapidamente, gerando mais energia que o corpo é capaz de utilizar e este excesso irá se transformar rm triglicerídeos e posteriormente em girdura abdominal.
  • Bebidas alcóolicas – as piores são as destiladas que tem alta dosagem alcóolica e aumenta a glicemia.
  • Frituras de imersão – evite batata-frita, bife à milanesa. Estes alimentos contém o dobro de calorias em relação a versão assada ou cozida. Mesmo que se coma pouco, elas geram muitas calorias.
  • Pizza – devido a grande quantidade de farinha refinada, a digestão é rápida e também provoca elevação acima do normal da glicemia e além disso costuma ser acompanhada por queijo, molho, fontes de gordura ruins.
  • Macarrão – geralmente comemos em quantidade maior do que o arroz e o carboidrato em excesso é sinal de glicemia exagerada e acúmulode gordura na cintura
  • Creme de leite – é rico em gordura saturada que eleva o colesterol e se acumula na cintura.
  • Gordura animal – carne vermelha, bacon, manteiga e queijos amarelos aumentos a adiposidade do corpo.
Dicas para viver melhor e com saúde: Coma mais frutas principalmente as cítricas, invista em um prato colorido priorizando as saladas verdes, de preferência aos pães integrais, coma mais aveia, granola e linhaça, troque os refrigerantes por sucos naturais e coma peixe e carnes magras preferencialmente grelhadas, leite desmantado ao invés de integral, prefira requeijão light ao invés de manteiga ou margarina, arroz integral ao invés do branco ou parbolizado e faça atividades fisícas regularmente com a indicação do seu médico.

O alimento e pó concentra todos os nutrientes

presentes no legume.

A farinha de berinjela é rica em fibras solúveis que ajudam a reduzir as concentrações de colesterol ruim (LDL), diminuindo as chances de desenvolvimento de doenças cardiovasculares.
Também é uma ótima opção quando o objetivo é dar uma “enxugada”. A niacina, presente na berinjela, faz parte dos processos metabólicos do emagrecimento. Além disso, há as fibras que são responsáveis por proporcionar uma sensação de saciedade e ainda auxiliam na redução da absorção intestinal da gordura. A farinha é uma importante fonte alimentar de antioxidantes que estão presentes na casca da berinjela, ajudando a reduzir a possível formação de radicais livres, aquelas moléculas instáveis que favorecem o envelhecimento precoce e outros problemas para o organismo. A farinha pode ser consumida com vitaminas e sopas, fazer parte de receitas de bolos e suflês, ser usada como complemento da refeição pronta pois ela praticamente não altera o sabor dos alimentos aos quais é adicionada, independente de serem doces ou salgados.
Faça em casa
Em uma forma, coloque 1 Kg berinjela com casca, cortada em fatias. Em seguida, leve ao forno a uma temperatura de 160º C e deixe por cerca de 3h ou até o legume ficar crocante e ressecado. Depois, triture a berinjela no processador ou no liquidificador (pulsar). O produto deve ficar com aparência semelhante a da farinha de mandioca e ser armazenado em um pote bem vedado e em local arejado. Rendimento: 100 gramas. Validade: 1 ano
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